Cidadãos Americanos Vivendo de Benefícios do Governo ¹

30/10/2009

http://www.prisonplanet.com/us-citizens-continue-to-live-in-welfare-quagmire.html 

Russia Today  Sexta-feira 30 outubro de 2009

Viver sem conforto não é fácil, mas alguns americanos ainda preferem depender do seu governo para proporcionar-lhes dinheiro e moradia. RT visitou uma comunidade que prefere receber vale alimentação e auxílio social do que conseguir um emprego.

À Sete milhas da movimentada 11ª Rua Bridges de Washington DC, um outro mundo existe em uma área chamada Woodland Terrace, com uma alta taxa de criminalidade e movimento pesado de drogas.

Situado no coração de Woodland Terrace, o complexo de apartamentos Langston Lane é um oásis em meios aos problemas que o cercam e abriga perto de 120 famílias, que em média ganham menos de 10.000 dólares por ano. A maioria delas recebe dinheiro do governo para pagar o aluguel de suas casas.

Para manter os problemas externos fora dos apartamentos, a segurança de Langston Lane mantém vários olhos atentos a todo momento.Câmeras de vigilância estão ligadas em muitos dos edifícios do complexo, mas a principal forma de proteção é seu pesado portão.

Para entrar em Langston Lanes você tem que passar pela segurança, mas há uma inevitável e recorrente preocupação para Langston Lanes, e ela vem de dentro.

“Muitas das pessoas que recebem benefícios são relativamente jovens, alguns em sua adolescência. Eles não têm o ensino médio, para eles é muito difícil conseguir trabalho”, diz Edward Berkowitz da Universidade George Washington.

“Alguns dos nossos inquilinos já estão aqui por 14-15 anos. A mãe está aqui. Seus filhos estão aqui. E alguns dos filhos dos filhos estão aqui “, observa a coordenadora de serviços ao inquilino Marble Carter.

Ruby Coleman-Brown recebe benefícios. Ela teve dez filhos: três meninos e sete meninas. E desses sete, quatro delas são agora jovens mães solteiras, também recebendo benefícios.

“Há uma grande quantidade de mães solteiras aqui que não querem um emprego.Elas querem continuar recebendo benefícios, pois é fácil “, diz Ruby.

Agora cuidando de mais três enteados, Ruby tem assistido suas filhas repetirem seus próprios erros.

Cerca de 70% de todas as famílias na área são chefiadas por uma jovem mãe solteira, e é com eles em mente que o complexo de apartamentos oferece um curso de planejamento familiar.

“Nós temos aulas para pais. Nós temos aulas sobre orçamento. Nós temos aulas sobre economia doméstica “, confirma Mable Carter.

No entanto, de acordo com Ruby Coleman-Brown nem todos os moradores estão obtendo vantagem dessas opções, “porque eles não querem fazer nada”, o que significa que é pouco provável ocorrer uma mudança de atitude algum dia.

¹ A tradução ao pé da letra seria Cidadãos americanos continuam vivendo no pântano do bem estar. Como essa matéria é de um jornal russo a tendência é de querer humilhar os EUA. Porém, além de não fazer muito sentido a tradução, optei pelo título em questão até para facilitar o entendimento e demonstrar a incrível similaridade com a situação atual do Brasil onde a população está preferindo viver da ajuda  oferecida pelos governos do que trabalhar.

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Não Disparem Tasers no Peito, Adverte o Fabricante

27/10/2009

 http://rawstory.com/2009/10/fire-tasers-chest/

Por Agence France-PresseTasernopeito
Quarta-feira, 21 outubro de 2009 – 13:16

WASHINGTON – O fabricante americano da arma de choque Taser advertiu a polícia para não apontar a arma para o peito dos suspeitos, após admitir ter preocupações sobre riscos para o coração, pela primeira vez.

A Taser International enfatizou que sofrer um “evento cardíaco adverso” após ser atingido seria “extremamente improvável”, mas grupos de direitos humanos dizem que centenas de pessoas foram mortas por armas de eletrochoque.

Em um boletim de 12 de Outubro, a empresa sediada no Arizona divulgou novas diretrizes dizendo que tinha “baixado o ponto de mira recomendado do centro do corpo para abaixo do centro do corpo nos tiros frontais”.

“Quando possível, ao evitar tiros no peito com ECDs (Electronic Control Devices)¹ evita-se a polêmica sobre se ECDs afetam ou não o coração humano”, explicou o boletim.

“Pesquisadores concluíram que uma curta distância entre o dardo do ECD e o coração é o principal fator para determinar se um ECD vai afetar o coração.O risco é considerado extremamente baixo ao utilizar em campo”, disse.

Tasers, que carregam um impacto de 50.000 volts que pode paralisar alvos em até 10 metros (30 pés) de distância, são utilizados por várias forças policiais de todo o mundo, incluindo na Grã-Bretanha, Canadá, França, Grécia, Israel e nos Estados Unidos.

Ativistas de direitos humanos tem criticado há muito tempo as armas de choque, contestando afirmações anteriores do fabricante de que elas são uma alternativa segura e não-letal as armas de fogo.

Mais de 350 pessoas morreram entre 2001 e Dezembro do ano passado após terem sido atingidas pelas armas, segundo a Anistia Internacional, que tem monitorado as mortes atribuídas ao Taser.

¹ Dispositivos de Controle Eletrônico

 


Reações Sérias à Vacina Serão Agora Chamadas de “Coincidência”?

23/10/2009

Dr. Mercola

Mercola.com

Terça-feira, 20 outubro, 2009

Todos os dias os americanos acordam com notícias que nos advertem sobre os perigos da gripe, especialmente a nova “gripe suína” H1N1.

Mas a gripe suína é branda para a maioria das pessoas e o vírus não está evoluindo para uma forma mais perigosa.

Milhões de pessoas em todo o mundo tem recuperado-se da gripe suína, e outros milhões irão ficar doentes com febre, dores no corpo, congestão nasal, tosse e às vezes diarréia e vômitos e irão recuperar-se neste e no próximo ano, sem quaisquer complicações.

Não obstante, a vacinação em larga escala está sendo incentivada – apesar das vacinas contra a gripe terem sido testadas apenas em alguns milhares de americanos saudáveis por algumas semanas.Há pouca ou nenhuma informação sobre o quanto a vacina é segura para mulheres grávidas e doentes crônicos ou crianças deficientes.

Se você ou seu filho forem prejudicados por tomarem a vacina contra a gripe suína, você está por sua conta.O congresso tem protegido os fabricantes e qualquer pessoa que aplique as vacinas, de ações judiciais caso pessoas fiquem doentes.

Não há financiamento do governo para nenhum programa de indenização por danos causados pela vacina contra a gripe suína.

NÃO deixe um médico ou ninguém lhe dizer que um grave problema de saúde que você, ou seu filho sintam após a vacinação é uma coincidência, nem permitam que mais doses sejam administradas até que você saiba com certeza o que tem.

Os casos mais trágicos da lesão por vacina ocorrem quando os sintomas da reação à vacina são descartados como uma “coincidência” e mais vacinas são aplicadas resultando em sintomas mais graves – e por vezes terminam com danos permanentes ao cérebro e sistema imunológico ou morte.

Mas enquanto os americanos ainda debatem se arregaçam as mangas para uma dose da vacina da gripe suína, as empresas já descobriram: as vacinas são boas para os negócios.

As empresas farmacêuticas venderam dose de vacinas contra a gripe suína no valor de U$ 1,5 bilhões, somados a U$1 bilhão para a gripe sazonal reservados no início deste ano. Estas inoculações são parte de um amplo mercado global de vacinas de 20 bilhões de dólares em contínuo crescimento.

“O mercado de vacinas está bombando“, diz Bruce Carlson, porta-voz da empresa de pesquisa de mercado Kalorama, que publica uma pesquisa anual sobre a indústria de vacinas. “É uma enorme área em crescimento para produtos farmacêuticos no momento em que outras áreas não estão indo tão bem”, diz ele, lembrando que a demanda para remédios de sucesso mais tradicionais, como Lipitor e Nexium diminuiu.

Como sempre em pandemias de gripe, os contribuintes estão pagando o cheque de US $ 1,5 bilhão para os 250 milhões de vacinas contra a gripe suína que o governo encomendou até agora e estará distribuindo gratuitamente, aos médicos, farmácias e escolas.Além disso, o Congresso reservou mais de US $ 10 bilhões este ano para pesquisar o vírus da gripe, monitorar o progresso do H1N1 e educar o público sobre prevenção.

As farmacêuticas embolsam a maior parte das receitas das vendas de gripe, com a Sanofi-Pasteur, Glaxo Smith Kline e Novartis monopolizando a maioria do mercado.

Mas alguns dizem que não são apenas as farmacêuticas que se beneficiam. Médicos recebendo pagamento por visitas especiais a escritórios para aplicarem doses, e tem havido afirmações de que esses médicos de fato tem obtido lucros generosos com essas vacinas.

 


Estado Violência

15/10/2009

Titãs – Lp Cabeça Dinossauro – 1986

Sinto no meu corpo
A dor que angustia
A lei ao meu redor
A lei que eu não queria

Estado violência
Estado hipocrisia
A lei que não é minha
A lei que eu não queria

Meu corpo não é meu
Meu coração é teu
Atrás de portas frias
O homem está só

Homem em silêncio
Homem na prisão
Homem no escuro
O Futuro da nação (2X)

Estado violência
Deixem-me querer
Estado violência
Deixem-me pensar
Estado violência
Deixem-me sentir
Estado violência
Deixem-me em paz (3X)

 


Enfermeiras De Nova Iorque Processam O Estado Por Vacinações Forçadas

15/10/2009

http://www.prisonplanet.com/new-york-nurses-suing-state-over-forced-vaccinations.html

New York Nurses Suing State Over Forced Vaccinations 131009featureElas dizem que funcionários adoeceram mais por causa das vacinas do que da própria gripe

Steve Watson
Infowars.net
Terça-feira 13 outubro de 2009

Um grupo de enfermeiras está processando o estado de Nova Iorque pelas vacinações H1N1 obrigatórias , afirmando que a ameaça de serem demitidas por recusarem é uma violação dos seus direitos civis.

As enfermeiras, residentes no Albany Medical Center, dizem ter sido informadas de que terão de cumprir uma semana de suspensão sem remuneração, seguido de expulsão caso elas não recebam as vacinas H1N1 e a da gripe sazonal até o final de Outubro.

O decreto do estado de Nova Iorque exige que todos os profissionais de saúde recebam a vacina até o final de Novembro.

As enfermeiras dizem não acreditar que as vacinas são tão eficazes quanto manter um bom nível de higiene na prevenção a gripe.

Afirmam ainda que os possíveis efeitos colaterais superam quaisquer benefícios, ressaltando o fato de que a vacina H1N1 foi apressada em seus testes e sua produção.

“Eu estou tendo mais funcionários que ficaram doentes após as vacinas contra a gripe este ano do que colaboradores que tiveram realmente a doença”, disse Lorna Patterson, uma das enfermeiras, ao News 10 wten em Albany.

“As pessoas estão agindo cegamente, sendo forçadas a fazer algo pelo governo, por razões que não estão claras, mas sobre a qual o cinismo pode não ser uma atitude inadequada a se tomar,” o advogado das enfermeiras Terry Kindlon acrescentou.

“Eu acho que nos faz lembrar da ajuda aos bancos do ano passado.” Kindlon afirmou.

“Esses profissionais de saúde estão sendo marcados para isto, e nós supostamente somos uma sociedade pensante e racional que lida com as coisas através do devido processo legal e de uma meticulosa reflexão.Isso não é o que [Nova Iorque] quer que eles façam aqui.Eles estão dizendo: ‘Vejam bem gente, tomem as vacinas ou em duas semanas, vocês estarão na rua. “Isso é criminoso.Isso é ridículo.Isso é insano. “

O sindicato diz que seu processo será protocolado na Suprema Corte de Nova York antes do final da semana.

Esta é a segunda ação judicial de alto perfil apresentada até agora pelos trabalhadores de saúde sobre a vacinação obrigatória.No início deste mês a Associação de Enfermeiras do Estado de Washington entrou com um processo federal contra a MultiCare Sistema Único de Saúde por instituir a política nos hospitais Bom Samaritano e Geral de Tacoma.

Enfermeiros de todo o país estão levantando-se contra a intimidação do governo para tomar a vacina, lembrando que a vacina não foi devidamente testada e contém mercúrio, esqualeno e outros aditivos perigosos.


FSF Convida Organizações Sem Fins Lucrativos Para Rejeitarem o Windows 7

09/10/2009

http://www.theinquirer.net/inquirer/news/1557911/fsf-urges-profits-reject-windows

Software Livre é verde e melhor

Por Iain Thomson

Quinta-feira, 8 outubro, 2009, 09:07

A FREE SOFTWARE FOUNDATION (FSF) está escrevendo aos líderes de 500 das mais influentes organizações não-governamentais (ONGs) de todo o mundo para exortá-los a rejeitar o Windows 7.

As cartas vão delinear as sete áreas em que a FSF diz que Microsoft e o mercado de software comercial estão prejudicando: invadindo a privacidade, contaminando a educação, bloqueando usuários, abusando de padrões, reforçando uma conduta monopolizadora, impondo o Digital Restrictions Management (DRM)¹ , e ameaçando a segurança do usuário.

A dependência das organizações que trabalham por tranformações e avanços sociais, de software pertencente e controlado exclusivamente pela Microsoft, está levando a sociedade a uma época de restrições digitais, ameaçando e limitando as nossas liberdades ”, disse o diretor executivo da FSF Peter Brown.

O software livre, por outro lado, trata-se de liberdade, não de preço, e é projetado para lhe dar a possibilidade de estudar e melhorar o software para suas próprias necessidades. Hoje, estamos pedindo a líderes dos setores sem fins lucrativos para mudar o sistema operacional de seus desktops e toda a infraestrutura de TI existente para o software livre GNU / Linux”.

A atitude é uma intensificação da campanha da FSF para coincidir com o lançamento do Windows 7 e sucede a uma carta anterior enviada a 499 executivos chefes da Fortune 500 Empresas (a FSF decidiu não enviar uma para a Microsoft ).

Instituições beneficentes, ONGs e outras organizações sem fins lucrativos que escolhem o software proprietário estão empreendendo uma política pública ruim, muitas vezes por desinformação ou uma incapacidade de ver suas escolhas tecnológicas conectadas às suas missões sociais”, disse o gerente de campanhas da FSF Matt Lee.

” Esperamos alertar os tomadores de decisões para a contribuição positiva que podem dar à sociedade, migrando suas organizações para software livre.Espero que estes grupos façam políticas públicas de compromisso com a liberdade e se juntem a uma lista crescente de organizações que entendem que desperdiçar dinheiro e tempo com software proprietário é incompatível com os valores fundamentais da liberdade e do progresso.”

¹ Termo genérico referente a tecnologias de controle de acesso que podem ser utilizadas pelos fabricantes de hardware, editores, detentores de direitos autorais e pessoas a fim de tentar impor restrições ao uso de dispositivos e conteúdos digitais

Traduzido de: http://en.wikipedia.org/wiki/Digital_Restrictions_Management

 


ONU Adverte Sobre Guerra Mundial On-Line

09/10/2009

http://www.theinquirer.net/inquirer/news/1557663/un-warns-world-war-online

Esqueça armas nucleares e tanques

Por Iain Thomson

Quarta-feira, 7 de outubro de 2009, 10:23

O chefe da agência de telecomunicações da ONU Hamadoun Toure disse a representantes na Conferência Telecom World 2009 da União Internacional das Telecomunicações (UIT) que a próxima grande guerra será muito provavelmente travada on line.

Representantes na conferência, em Genebra, foram informados de que os países foram ficando cada vez mais dependentes da internet para controlar os serviços básicos e que quaisquer futuras guerras poderiam se concentrar mais no mundo online, uma vez que essa batalha permitiria a adversários mais fracos lutarem em igualdade de condições e com maiores poderes.

“A próxima guerra mundial poderia acontecer no cyberespaço, o que seria uma catástrofe. Temos de ter certeza de que todos os países entendam que nessa guerra, não existem tais coisas como uma superpotência”, disse Toure segundo a AFP.

“A perda de redes vitais poderia rapidamente mutilar qualquer nação, e ninguém está imune a um cyberataque”.

Depois de exemplos de cyberataques contra a Estónia e Geórgia os governos estão cada vez mais conscientes de que precisam reforçar suas defesas contra cyberataques. A OTAN já começou a trabalhar nisso e na semana passada o Departamento de Segurança Interna dos EUA anunciou a contratação de mil novos especialistas em segurança de TI.

No entanto, muito do problema com segurança on line reside em softwares mal escritos, o que foi explicado aos representantes.

“O problema real é que estamos colocando no mercado softwares que são tão vulneráveis como eram há 20 anos”, afirma Cristine Hoepers, gerente-geral do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil

“Se você ver as vulnerabilidades que estão sendo exploradas hoje, ainda são as mesmas. As universidades não estão ensinando os alunos a pensar sobre isso. Nós precisamos mudar a força de trabalho, nós precisamos ir para as universidades …, nós precisamos começar a educar nossos profissionais “, disse ela.