Afroamericanos criticam Obama na Casa Branca

 http://rawstory.com/news/afp/African_Americans_slam_Obama_in_Whi_11072009.html

Condenando Barack Obama como “poder branco em rosto negro”, centenas de afroamericanos marcharam para a Casa Branca no Sábado, para protestar contra as políticas do primeiro presidente negro dos EUA, e pedir que ele traga as tropas americanas para casa.

Mais de 200 pessoas se reuniram para a primeira demonstração pública de afroamericanos contra o governo de Obama desde a sua histórica posse em Janeiro,e criticaram o presidente por continuar o que eles descreveram como a agenda imperialista de Washington ao redor do mundo.

“Nós reconhecemos que Barack Hussein Obama é o poder branco em rosto negro”, gritou em um megafone o ativista de direitos civis Omali Yeshitela, presidente da coalizão Black is Back, que organizou o protesto, assim que o grupo marchou para fora dos portões da mansão.

“Ele é uma ferramenta de nossos inimigos imperialistas e exigimos nossa liberdade. E nós exigimos que Obama retire todas as tropas do Afeganistão já.”

Os manifestantes também apelaram a Obama para retirar as tropas do Iraque, abandonar o Africom, o controverso Comando Estados Unidos África, e exigiram ” mãos fora ” da Venezuela e o fim do embargo a Cuba e do bloqueio ao Zimbabue.

Vários manifestantes seguravam cartazes contendo mensagens como ” EUA fora do Afeganistão ” e ” Parem a guerra dos EUA contra o Iraque “.

Charles Baron, um vereador da cidade de Nova York e ex-membro dos Panteras Negras, um movimento Black Power, da década de 1960 e 1970, atacou o presidente por virar um ombro frio para a situação dos afroamericanos.

“Nós não estamos satisfeitos com ele, e …esse discurso de esperança e mudança não tem sido uma realidade para o povo negro”, disse Baron à AFP durante a demonstração.

Nós estamos contentes de que Barack Obama quebrou o monopólio masculino branco na Casa Branca, mas não estávamos procurando uma mudança no ocupante da Casa Branca de branco para negro, nós estávamos procurando por uma mudança nas política externa e interna “, acrescentou.

” Ter uma pessoa negra explorando-me exatamente como uma pessoa branca, não é um castigo mais fácil “

O grupo também estava clamando pela libertação do ex-Pantera Negra Mumia Abu-Jamal, que foi condenado em 1982, por matar um policial branco e sentenciado a pena de morte.

A Suprema Corte dos EUA confirmou a condenação de Abu-Jamal, em abril e rejeitou sua apelação por um novo julgamento.

Os negros americanos votaram esmagadoramente no democrata Obama na eleição do ano passado, quando ele derrotou o senador republicano John McCain.

Cerca de 13 por cento dos cidadãos dos EUA são afro-americanos.

2 respostas para Afroamericanos criticam Obama na Casa Branca

  1. josé disse:

    Os muçulmanos e negros são quinta coluna, não são confiaveis, os muçulmanos principalmente.

  2. Carlos disse:

    *preto falando*
    Amigo aí acima, quer saber, vá a merda…
    Quanto a noticia, é interessante o estado de coisas já chegando à psicopatia pura. Tem o presidente anti-americano que escolhido pra ser o verdadeiro “homem da crise”, e a organização de negros fdp do outro lado, criticando-o por não ser “radical” o suficiente. Eles reivindicam ações praticamente todas prejudiciais aos EUA (já que se “favorece” em conjunto um grupo de nações anti-americanas) de algum modo. Por outro lado, o presidente já está debilitando internamente o país (desestimulando o patriotismo e a união cidadã preparada para combater uma ameaça externa). Será que se anestesiaram a si mesmos com um discurso neurótico a ponto de não perceber que estão “estimulando” de certa forma a agressão estrangeira??
    Será que não percebem que é só nos EUA, com todos os defeitos que tenha, que eles podem ter uma vida de bom nível (em relaçao às outras Américas)??
    breves dados históricos: Cuba jamais teve uma politica de “suporte” ao negro como um social security americano, nem teve um negro sequer nos postos mais altos da Nomenklatura; Os árabes escravizam já de muito tempo (inclusive invadiram paises europeus no sec VIII), escravizaram negros ainda mais que o europeu, e inclusive possuíam muitos intelectuais militantes da causa escravagista, além de que o império muçulmano conquistou territórios predominantemente por via militar, na porrada; China é uma ditadura militar comunista, e aliás também condescendente com trabalho escravo, então não espere que trate “gente” como “gente”, ainda mais negro afro-americano; O próprio regime tribal em certas regiões da África admitia a escravidão; A única civilização que empreendeu campanha abolicionista de larga escala foi a Ocidental Cristã, fato; Este inimigo “imperialista” não é propriamente o governo, mas organizações globalistas (abundantemente expostas aqui, pois é o foco dos ataques de Alex Jones) como George Soros, Rockefeller, Fundações Ford, McArthur, etc; Estas organizações financiam organizações tanto esquerdistas quanto liberais (não no sentido “americano” do termo) para desviarem a atenção do público do “cenário da encenação” propriamente dito.
    Então de que porra de “imperialismo” que os restringe, que não lhes dá liberdade, estão falando?
    Po, eu como “preto do terceiro mundo” aqui prefiro, de maneira muito sensata na minha opinião, ficar do lado da civilização ocidental que tem estrutura pra me oferecer uma vida boa (estou aqui na internet, em apartamento, com uma xícara de café do lado), coisa que invariavelmente não ocorreria numa tribo, numa China, em Cuba (talvez lá não, mas certamente não estaria melhor), ou certos países muçulmanos.
    Numa situação assim, é melhor esperar que esses negros sejam “idiotas úteis” (como a elite soviética designava os militantes lunáticos, especialmente os do 3° mundo), burros pra caralho, mas não diabolicamente astutos, ganhando para mentir e destruir o país. Mesmo com todos os problemas provenientes do parasitismo da maquina Fed-Cfr-Bilderberg no país, se acabar os EUA, acaba a liberdade no mundo, com toda a certeza. Os países europeus já estão muito mais apertados pois tem que lidar com estado policial sofisticado+comunidade europeia+imigrantes muçulmanos militantes. De “Ocidente” já não tem mais nada. O espírito tipicamente americano de resistir ao “estatismo”, além do cristianismo-conservadorismo são as armas de que aquele povo dispõe. Só eles que tem unidade suficiente como represtantes do “ocidente” para enfrentar esta ameaça

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