A Implantação do Estado Policial no Rio de Janeiro

22/12/2009

Quais as verdadeiras razões da Ocupação das Favelas ?

Parte 1 – Seus Problemas Acabaram !

Rorschachbr
PlanetaPrisão
Terça, 22 de Dezembro – Última atualização 28 de Dezembro

Quarta-Feira, dia 23, a polícia vai ocupar mais 2 comun…, ops perdão, mais 2 favelas na Zona Sul do Rio de Janeiro. Isto não chega a ser uma novidade, até porque o próprio governador Sérgio Cabral Filho informou 3 dias antes a data e os locais de ocupação.Creio que o governador tomou essa atitude carinhosa para prevenir eventuais confrontos, embora ele já tivesse anunciado há 20 dias atrás os locais, não informou os dias exatos. Assim ficou mais fácil para a firma planejar a queima de estoque (drogas) e a retirada de equipamentos (armas e munição) antes da entrega das chaves do imóvel para os novos donos. O destino da mudança não poderia ser outro: o território da paz. De fato, este é um governo que se preocupa com a integridade física de todos, sem discriminação. Desde que seja morador da Zona Sul.

Vamos deixar um pouco de lado a bondade do governador e falar do “ enorme ” sucesso das UPPs, para quem não sabe explico a sigla: Unidade de Polícia Pacificadora. Para um melhor entendimento considero obrigatório assistir a este vídeo do RJTV:

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1420256-9097,00.html

Reparem na felicidade estampada no rosto da apresentadora (ela não mora na favela) ao falar do projeto, que segundo suas palavras começou a mudar a realidade dos moradores, libertando-os do domínio do tráfico.Após a apresentação básica do morro já vem falando que a subida de 1000 degraus até o topo ficou mais fácil com “ o plano inclinado ”, que nada mais é do que um pequeno bondinho.O RJTV destaca que essa é a 1ª fave…,quer dizer , a 1ª comunidade a receber o “ novo ” projeto. É hora dos moradores falarem sobre o que mudou e o que precisa melhorar. Sei…, quer dizer então que nada ficou pior após a ocupação ? Só houveram ganhos e nenhuma perda ? Humm… veremos.

O que já melhorou ? – pergunta a repórter – Muito. – responde o morador – Agora temos comprovante de residência, somos cidadãos. Acho que ele agora deve ter contas de água e luz chegando em sua casa, não podendo mais usufruir dos serviços as custas dos outros usuários. Normalmente a correspondência é enviada para o endereço da associação de moradores e cada um vai buscar a sua, então falar que não tinha comprovante de residência me parece uma meia verdade. Contrate um serviço de telefonia fixa ou tv por satélite para ver se, havendo condições técnicas para instalação, as contratadas não acham um jeito de enviar a conta para o contratante. Esses serviços, e até mesmo internet banda larga, há muito existem nas comu…, digo, favelas. Só não são gratuitos.

A seguir são exibidas imagens antigas dizendo que a favela foi marcada pela guerra do tráfico na década de 80, e curiosamente não menciona a de 90, a qual consolidou o domínio de fato do tal “ Estado Paralelo “ com o advento de modernas armas de guerra, acirrando as disputas entre as diferentes facções criminosas, mas isso é assunto para outro artigo. Em seguida a imagem é substituída por cenas atuais das obras e a repórter narrando que “ junto com a Polícia Pacificadora, vieram serviços públicos como luz, água, acesso à internet, construção de moradias “. Falando desta forma entende-se que antes não existiam estes serviços na comunidade, o que sabemos que não é verdade, pois água e luz são serviços essenciais. O fato é que simplesmente o Estado nunca forneceu serviços de qualidade e como compensação permitiu que os moradores os utilizassem sem pagar, o popular “ gato “. Construção de moradias e acesso à internet serem chamados de serviços públicos é uma afirmação que já começa a insultar a minha inteligência, afinal de contas as favelas são o caos que conhecemos hoje porque foram e continuam sendo construídos barracos, casas, e até mesmo prédios de forma totalmente descontrolada sob os tolerantes olhos do poder público, mas com recursos dos próprios moradores, ou seja, recursos privados. O acesso à internet residencial e comercial desde que surgiu sempre foi um serviço pago (e caro), e as iniciativas públicas ainda estão engatinhando nessa área, não se comparando a qualidade do serviço privado, que com o passar do tempo tornou-se acessível para mais pessoas com aumento da qualidade e diminuição dos preços. Existem hospitais e escolas públicas e particulares não é mesmo ? Qual será a opção de quem pode escolher ?

O RJTV tentando mostrar isenção menciona problemas no abastecimento de água com depoimento de uma moradora, e depois no abastecimento de luz à noite em uma parte da fav…, ops comunidade, que já dura 8 meses ( já imaginou 8 meses sem luz ? ) segundo depoimento de outro morador. Pouco depois a apresentadora informa que “ a Cedae comprometeu-se a enviar uma equipe ainda hoje “ e que “ a Rioluz começou ontem o novo projeto de iluminação pública que vai atender toda a comunidade com 500 novos pontos… “. Prestem muita atenção: “ começou o novo projeto “ não significa exatamente que já estão trabalhando. Um projeto é uma teoria, a execução de um projeto é uma ação, ou seja, caso alguém reclame de uma suposta demora, é só alegar que o projeto ainda não foi finalizado e faltam pequenos detalhes ou outras desculpas desse tipo. Podemos perceber claramente que mesmo querendo mostrar uma suposta imparcialidade, a matéria do RJTV só focaliza os aspectos positivos da ocupação, visto que, ao apresentar os problemas apressa-se em informar que a solução já está a caminho, minimizando os transtornos de quem passou ou ainda está passando o transtorno de ficar sem água e/ou luz.


Governo quer o direito de deter pessoas doentes

04/12/2009

http://www.news.com.au/adelaidenow/story/0,22606,26375106-2682,00.html

JILL PENGELLEY  Artigo de: O publicitário

20 de novembro de 2009 12:01

As autoridades de saúde querem o poder de deter pessoas por até três meses, se elas recusarem testes ou tratamento de doenças infecciosas.

Nos termos do projeto de lei proposto pelo governo do estado, alguém com gripe suína, sarampo ou doença meningocócica poderia ser detido à força, examinado e tratado.

Este é um de vários amplos poderes solicitados para proteger o povo.

O Projeto de Saúde Pública também iria, pela primeira vez, dar as autoridades o poder de se sobrepor aos pais que recusarem tratamento para os seus filhos com doenças infecciosas.

Outras doenças que podem ser controladas incluiriam AIDS, poliomielite, raiva, salmonela e cólera.

A execução das penas mais duras viria junto a um aumento considerável das multas – de $ 60.000 até $ 1 milhão e 10 anos de cadeia – e corresponderiam a quaisquer riscos graves causados a saúde pública. Kevin Buckett ,diretor do Departamento de Saúde Pública de South Australia¹, disse que a nova legislação daria as autoridades mais poderes para agir mais rapidamente.

” Não há local na Terra que esteja há mais de 36 horas de outro e onde as pessoas estão, os micróbios podem estar “, ele disse ontem.

” Temos que ter uma legislação que nos possibilite dar uma resposta neste período de tempo. ”

” A nossa idéia seria tirar estas pessoas de circulação para onde não possam infectar outras.” Dr Buckett disse que haveriam muitas razões para que as pessoas recusassem tratamento, incluindo questões de saúde mental, limitações de idioma e até mesmo conduta mal intencionada.

Doenças não-transmissíveis, como câncer e diabetes, também poderiam ser incluídas, permitindo ao Governo a introdução de regras de conduta para determinadas indústrias ou para a comunidade. O porta-voz de saúde da oposição, Duncan McFetridge, disse que ele apoiou mais poderes para proteger o público de doenças infecciosas, mas temeu partes do projeto – a serem debatidas no próximo ano – que permitiria ao Governo controlar pessoas com doenças crônicas.

” Isto está no limite da lei de um Estado-Babá ² “, disse ele. ” É compreensível, mas quão longe nós iremos ? ”

O presidente da Australian Medical Association do estado, Andrew Lavender, disse que recebeu bem a maioria das transformações, como importantes para proteger o povo.

¹ South Australian é um estado da Austrália.

² Nanny-state. Tradução literal que tem o significado de um governo que trata o cidadão como criança, tomando todas as decisões por ele.


Arquivos Descobertos Incluem “Regras” Para Campanha de Controle Mental em Massa

02/12/2009

http://www.infowars.com/unearthed-files-include-rules-for-mass-mind-control-campaign/

Jurriaan Maessen
Infowars
25 de novembro de 2009

Hackeado por uma ou mais pessoas desconhecidas, o material descoberto no servidor principal da Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia revela um arquivo zip de 62 MB confirmando o que já era descaradamente evidente, a saber, que os dados tem sido forjados para convencer o público desavisado de que ” o debate¹ está encerrado. ”

O computador central invadido não só estava lotado com a tentativa clara de condenar ao ostracismo os cientistas que não seguem cegamente o líder, os arquivos ainda revelam que o pessoal do IPCC usou ou considerou usar uma campanha de desinformação através de uma ” agência de comunicação ” chamada Futerra.

A agência descreve-se como “a agência de comunicação da sustentabilidade” e trabalha para players globais como Shell, Microsoft, BBC, o Programa Ambiental da ONU, o governo britânico,e a lista continua.O co-fundador da Futerra, Ed Gillespie, explica:

“Para as marcas terem êxito nesta nova ordem mundial, elas terão de se tornar campeãs em ecologia, ética e bem-estar.”

O documento incluído na arca do tesouro do climategate² é chamado de “Regras do Jogo” e mostra a fraude intencional por parte da agência, para garantir que o debate fosse entendido como se já estivesse encerrado de fato. Quando os fatos não convencerem, eles concluiram, vamos apelar para as emoções a fim de terminar o trabalho.

Delineando as ” Regras do Jogo ” no que diz respeito às estratégias de comunicação da mudança climática, a Futerra considera estas regras como um ” primeiro passo usando um sofisticado modelo para a mudança de comportamento e evidências abrangentes de todo o mundo para mudar as atitudes em relação as mudanças climáticas “.

” Precisamos pensar radicalmente “, proclamam os autores, ” e as Regras do Jogo são um sinal de que as campanhas do futuro não serão como os ” negócios habituais. ”

A primeira regra conforme descrito por Futerra é chamada de “Detonar os Mitos”. Partindo do ponto de que qualquer empresa que pretenda vender o aquecimento global deve ser cautelosa no uso do Medocard :

” O medo pode criar apatia se os indivíduos não têm ‘um agenciamento’ para agir de acordo com a ameaça. Use o medo com grande cautela. ”

Arrogantemente afirmando para ” Esquecer os detratores das mudanças climáticas “, o documento prossegue dizendo que “Aqueles que negam a ciência da mudança climática são irritantes, mas sem importância “. Futerra enfatiza também que ” Não há ‘homem racional’ ” e que ” A informação não pode trabalhar sozinha “.

A segunda regra a qual todos devem obedecer é ” uma nova maneira de pensar “. ” Uma vez que nós tenhamos eliminado os mitos “, o relatório continua a dizer, ” há espaço para novas idéias.” Estas incluem:

“A mudança climática deve estar no ‘ inconsciente coletivo ‘ antes dos trabalhos de persuasão “, Futerra diz.” Atualmente, dizer ao público para se informar sobre as mudanças climáticas é tão bem sucedido como vender absorventes para homens” e que ” as pessoas não percebem (ou lembram) que as mudanças climáticas relacionam-se com elas “.

Outra: ” Usem manipuladores e aprendizagem social “.Futerra propõe mirar nos ” formadores de opinião ” para persuadirem as pessoas a reconhecerem as mudanças climáticas como uma legítima ameaça para elas:”as pessoas aprendem através de interação social,e algumas pessoas são melhores professores e formadores de opinião que outras.Cooptar estas pessoas vão garantir que as mensagens pareçam mais confiáveis e sejam transmitidas de forma mais eficaz. ”

Sob o cabeçalho da terceira “regra”, “interligando políticas e comunicações” é afirmado que “todos devem usar uma explicação clara e consistente sobre as mudanças climáticas” e “as mensagens e políticas do governo sobre as alterações climáticas devem ser coerentes.” Certamente. Se a mentira é para ser vendida eficazmente, todos eles devem transmitir a mesma mentira.A melhor forma de vender isto?

– ” Fabricar uma autoridade reconhecida em matéria de mudanças climáticas confiável e verossímil.³ ”

– ” Usar emoções e imagens: uma outra ferramenta clássica de marketing : mudança de comportamento através da disseminação de informações nem sempre funciona, mas as emoções e imagens geralmente funcionam “.

Parece que as pessoas tem ouvido. A propaganda do aquecimento global é grosseira, com imagens apocalípticas, variando de ursos polares rumo a extinção a uma grande família de furacões assolando o território dos Estados Unidos.

Por último mas não menos importante, o velho truque de Edward Bernays está sendo proposto, o poder da repetição:

“As mensagens devem ser mantidas ao longo do tempo: todas as mais bem sucedidas campanhas de sensibilização do público foram mantidas consistentemente por muitos anos.”

De fato eles tem mantido. A boa notícia é que, com a divulgação dos recentes documentos e e-mails, as mentiras estão sendo expostas em um ritmo tão rápido, que a propaganda vai encontrar dificuldades em ser mantida.

 ¹ O debate é sobre a veracidade da existência de um aquecimento global e se de fato é causado pela ação do ser humano.

² Climategate é como foi apelidado o caso da revelação destes documentos na Universidade de East Anglia, como é de costume em grandes escândalos internacionais.

³ Este papel é sem dúvida representado por Al Gore.