PALHAÇOS !!

30/12/2010

Rorschachbr
PlanetaPrisão
Quinta, 30 de Dezembro de 2010

 

 

 

 

 

 

 

Ele veio do Nordeste, foi eleito deputado por São Paulo, não gosta muito de leitura, tem  grande apoio popular e há uma grande chance de se candidatar a presidente em 2014…

 

 

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Bruce Levine: O Grito de Revolta

16/12/2010

http://www.prisonplanet.com/bruce-levine-the-rebel-yell.html

Pacificar a população classificando o anti-autoritarismo como uma doença mental

Paul Joseph Watson
Prison Planet.tv
Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010

O psicólogo clínico Bruce Levine é o autor de Common Sense Rebellion e Surviving America’s Depression Epidemic. Ele regularmente trata de clientes “anti-autoritários” que seriam diagnosticados pelas autoridades de saúde como portadores de “transtorno desafiador opositivo”, e os ajuda a lidar com a adaptação aos seus ambientes sociais, profissionais ou escolares  sem se rebelarem de uma forma auto-destrutiva.

Em um contexto psiquiátrico, Levine explica como movimentos políticos bem sucedidos como a Revolução Americana e as mais recentes revoltas populistas são historicamente liderados por pessoas que tenham auto-estima individual, algo muito carente na sociedade de hoje, bem como a confiança coletiva e a confiança no próximo.

“Quando você está vivendo em uma sociedade que destrói a auto-estima das pessoas e quebra seus laços de confiança com o próximo, torna-se muito difícil existir qualquer tipo de movimento democrático revolucionário”, observa Levine.

Levine identifica o método de “desamparo instruído” como um dos principais fatores que tem levado a sociedade a sentir-se quebrada, desmoralizada, desesperançosa e derrotada. Ele cita um experimento envolvendo cães, onde dois grupos de animais foram submetidos a choques elétricos, no qual um grupo de cães foi capaz de parar os choques elétricos e o outro não. Os cães incapazes de parar os choques caíram em passividade e depressão, e mesmo quando presentados com a chance de escapar nem sequer tentavam porque tinham sido ” instruídos ao desamparo “. Levine compara isso às eleições nacionais, onde as pessoas votando em democratas ou republicanos, no fim as conseqüências são as mesmas, ou mesmo não votando, no fim as conseqüências continuam as mesmas. “Isto é o desamparo instruído”, explica Levine, “Não importa o que você faça, você vai sentir o mesmo grau de dor.”

Levine compara a apatia e a falta de manifestações contra a polêmica fraude eleitoral de 2000 nos EUA a exemplos semelhantes no México e no Irã, onde milhões de pessoas protestam, mesmo que fazendo isso elas estejam arriscando suas vidas. Ele identifica o endividamento como um contribuidor fundamental para a apatia do povo e razão pela qual as populações estão arruinadas. Ao contrário das gerações anteriores, cada jovem que abandona o ensino hoje em dia, é sobrecarregado com uma média de 20 mil dólares em dívidas, e então ficam aterrorizados de perder o emprego ou terem seus benefícios cortados, portanto, são muito menos propensos a sair e protestar contra o sistema que os mantém na escravidão.

Três outros principais fatores que arruinaram uma geração inteira de jovens são: a influência da televisão, o sistema educacional e os profissionais de saúde mental. Devido as crianças passarem todo o seu tempo livre assistindo TV e jogando vídeo game elas estão perdendo interesse pela leitura, assinala Levine, o coquetel perfeito para um regime autoritário, que precisa de vítimas burras e desamparadas, as quais vão permitir qualquer tipo de desengajamento político e intelectual. Por sua vez, ao obrigar as crianças lerem livros que não as interessam, as escolas desencorajam os pequenos de virem a ser leitores individuais e restringem suas capacidades de reflexão crítica.

A escola é uma pacificadora autoritária, afirma Levine, embora a televisão também ensine aos jovens que a única maneira de se divertir é através de alguma autoridade. Entretanto, as crianças que se rebelam tornam-se vítimas da indústria de saúde mental, uma polícia particular, onde as armas de pacificação são terapias e drogas. Qualquer forma de comportamento individualista é cada vez mais caracterizado como anormal, avisa Levine, como parte do processo de impedir uma rebelião geral contra o status quo, assim como a lista de transtornos mentais listados pela Associação Americana de Psiquiatria cresce e cresce com cada nova tiragem do Manual DSM, que é a bíblia da indústria de saúde mental.

Levine explica que antes de 1980, não existia nenhum “transtorno desafiador opositivo” listado no Manual DSM, e como problemas psiquiátricos enumerados no manual são em sua maioria incluídos por razões políticas e culturais, não por preocupações autênticas com a saúde. Como temos documentado, o método de identificação dos que contestam as autoridades como doentes mentais é originado em alguns dos mais brutais regimes autoritários na história. Os críticos do estado eram estigmatizados como doentes mentais e enviados para psikhushkas – hospitais psiquiátricos – na antiga União Soviética.

Falando sobre o tema da mais frequente enfermidade mental – a depressão – Levine repara como a situação era muito rara, nos recentes 25 anos passados, mas desde que a indústria cresceu bombardeando as pessoas com medicamentos, o diagnóstico da depressão tornou-se uma atividade muito lucrativa, com o comportamento humano normal sendo tratado como uma forma de depressão. Entretanto, possivelmente a principal razão para as elevadíssimas taxas de depressão seja a mudança cultural em direção ao isolamento social, falta de amparo e falta de comunhão, com cerca de 25 por cento dos americanos hoje vivendo sozinhos e 25 por cento afirmando também que não possuem hoje nenhum amigo íntimo em suas vidas no qual possam confiar e serem compreendidos, um número bem acima dos quase 10 por cento em 1980.


John Lott: Mais Armas, Menos Crimes

09/12/2010

http://www.prisonplanet.com/john-lott-more-guns-less-crime.html

Especialista na segunda emenda revela como as taxas de crimes com armas em Washington DC caíram drasticamente após a proibição do uso de armas ser suspensa

 

 

 

 

 

 

 

 

Paul Joseph Watson
Prison Planet.com
Quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Em uma palestra dada no mesmo dia em que um homem armado foi detido na Universidade de Austin, o experiente pesquisador e cientista americano da Universidade de Maryland e especialista em direitos ao porte de armas John Lott explica porque a proibicão de armas apenas serve para aumentar as taxas de crimes com armas, porque os pilotos devem estar armados, e como as estatísticas provam que após a proibição de armas ser supensa, houve uma drástica queda na taxa de homicídios.

Lott aponta para sua pesquisa, que prova que não existe um lugar no mundo onde a proibição de armas reduz os crimes com armas, na verdade, uma regulamentação rigorosa sobre as armas de fogo geralmente conduz a um aumento nas taxas de homicídio, porque as únicas pessoas que seguem tais regras são cidadãos cumpridores da lei que entregam suas armas e isto os deixa vulneráveis aos criminosos armados que não obedecem à lei.

Falando sobre o assunto dos pilotos estarem armados, Lott assinala que até 1979, os pilotos eram obrigados a portar uma arma carregada e ao longo de décadas desta política não há um só exemplo de armas causando qualquer problema em um avião, demolindo os inúmeros argumentos hipotéticos daqueles que resistem a armar os pilotos, bem como os argumentos contra o porte oculto nos campi universitários.

Lott detalha estatísticas mostrando que após a proibição do uso de armas ser suspensa em Washington DC, houve uma grande queda nas taxas de homicídio, um fato que praticamente não teve nenhuma cobertura nas notícias dos tradicionais meios de comunicação contrários a segunda emenda. Crimes usando armas desde que a proibição foi suspensa caíram cerca de três vezes mais rápido do que outros crimes não envolvendo armas. Por outro lado, após Chicago proibir armas em 1982, Lott reporta como os crimes com armas dispararam tanto em Chicago como nas áreas que a cercam. Lott cita inúmeros casos que evidenciam o seu argumento simples e facilmente demonstrável  – criminosos não gostam que mais armas estejam nas mãos de pessoas obedientes à lei, razão pela qual as taxas de crimes com armas caem sempre que a posse legal de armas aumenta.

 


Machos Abusados Sexualmente, “Estilo Oprah”

06/12/2010

 

http://www.henrymakow.com/oprah_does_abused_men.html



Você não se torna uma das mulheres mais ricas do mundo, sem se vender. Seu logotipo é uma variação do tema dos Illuminati ponto no círculo. Seu show condicionou pessoas a acreditar que “homens” em geral, e não os homossexuais em particular, são responsáveis por sodomizar meninos.

por Henry Makow Ph.D.

Na semana passada, Oprah apresentou 200 homens que tinham sido abusados quando crianças e jovens.

Eles foram chamados “sobreviventes”.

Nem uma vez seus abusadores foram mencionados.

Nem uma vez foram pronunciadas as palavras “homossexualidade” e “homossexuais”.

Foi como uma reunião de sobreviventes do Holocausto em que não se poderia mencionar Nazistas.

Por que isso? Porque a promoção do homossexualismo é parte da agenda Illuminati. Assim, eles não poderiam mostrar favoravelmente a conexão entre ele e a pederastia.

Um em cada seis homens é molestado sexualmente, entoou Oprah. Mas ela cuidadosamente evitou a questão, “Por quem?”

“Quem foi abusado por uma mulher?” Oprah poderia ter pedido para mostrarem as mãos. Mas isso teria sido quase tão ruim.  As mulheres também são uma “minoria protegida” na Nova Ordem Mundial.

A conclusão é que jovens do sexo masculino são as principais vítimas desse eterno mal, “os homens”, e não os homossexuais.

Embora os homossexuais contabilizem menos de dois por cento da população, eles constituem cerca de um terço dos molestadores de crianças. (Naturalmente, os outros dois terços são pedófilos heterossexuais ou seja, atacando meninas).

 

ABUSO NÃO CAUSA HOMOSSEXUALIDADE

Se isso não for feroz o bastante, Oprah e seu especialista convidado, o Dr. Howard Fradkin, fizeram questão de afirmar que este abuso sexual não provoca homossexualidade.

Eles disseram que, segura essa, a “orientação sexual” de um homem é estabelecida por volta dos quatro anos de idade.
” Você apenas sabe que é diferente.” O abuso supostamente vem após essa idade.

Ao mesmo tempo, 80% dos homens no estúdio disseram TER DIFICULDADE em ter intimidade com uma mulher! E muitos dos homens usavam brincos e eram claramente gays.

Converse sobre dissonância cognitiva.

De acordo com um estudo, “Adolescentes [machos] abusados, vitimados por machos em particular, tinham 7 vezes mais chances de se identificarem como homossexuais ou bissexuais do que outros que não tinham sido abusados.”

Muitos participantes no estúdio testemunharam como a sodomia tinha “roubado deles sua masculinidade, destruído o seu espírito.” Cerca de um terço das crianças vítimas de abuso sexual são meninos.

A desagradável verdade é que a homossexualidade perpetua-se e alastra-se atacando jovens normais. Mas ao invés de examinar a origem do problema, Oprah transformou seu show em uma simples conversa onde tristes vítimas de homens/gays receberam o tratamento “ sem mulheres ”. A insinuação é de que não há nada que possamos fazer a respeito da causa.

Uma pesquisa no Google mostra que Oprah focalizou a NAMBLA apenas duas vezes em sua carreira de 25 anos. A NAMBLA é uma organização que promove a pedofilia.

Os homens no show da Oprah deveriam perguntar: se ela é uma amiga, por que ela não menciona o inimigo de nossas infâncias?


Polícia e Bandido

03/12/2010

…Você levou tanto dinheiro meu

Agora vem querendo me prender

E eu te avisei você não se escondeu

Deu no que deu…

…É que o judiciário tá todo comprado

E o legislativo tá financiado

…Eles colocam a culpa de tudo

Na população…