Softwares de “ controle remoto ” colocam aviões em risco de ataques terroristas

http://www.couriermail.com.au/news/national/remote-control-computer-programs-pose-terror-risks-to-aeroplanes/story-e6freooo-1226032870380

Alex Dickinson The Courier-Mail 04 de abril de 2011 12:01

AVIÕES poderiam ser controlados remotamente e obrigados a colidir com o uso de um recém-criado programa de computador.

Os ataques cibernéticos são vistos hoje por especialistas como o segundo maior risco para a aviação após as catástrofes naturais.

Representantes da Qantas e da Virgin Airlines foram alertados da ameaça na Conferência de Segurança em Aviação da Ásia-Pacífico, em Hong Kong.

O perito australiano em segurança cibernética Ty Miller, do Pure Hacking, disse na conferência que frotas inteiras de aviões poderiam ser usadas.

“ O estereótipo de ataque ao aeroporto em Duro de Matar 2, onde o comando das aeronaves pode ser assumido, não é mais só um roteiro de filme. É uma realidade concreta ”, disse Miller.

“ Dependendo de qual informação for acessada… O próprio controle da aeronave pode ser comprometido.”

“ Você poderia traçar para que, quando os aviões estivessem no ar, subitamente todos eles começassem a despejar todo o combustível, ou forçar os aviões entrarem em queda livre. E não necessariamente um avião, poderia ser uma frota inteira de aviões. ”

A empresa do sr. Miller compromete-se com o “ hacking ético ”, o que consiste em testar a segurança de uma rede tentando invadir seus sistemas.

Passando-se por um empregado desonesto com acesso geral aos sistemas de uma companhia aérea, o Sr. Miller foi recentemente capaz de assumir o controle de toda a rede da companhia em um dia.

“ Isso nos daria acesso completo de administrador a todo o sistema de computadores e acesso a documentos e dados potencialmente confidenciais ”, disse ele.

Ele citou o episódio do worm Stuxnet, onde um invasor desconhecido usou o software para sabotar uma das instalações de enriquecimento de urânio do Irã no ano passado.

O ataque do Stuxnet sobrecarregou a rede interna das instalações nucleares, causando seu desligamento.

“ A análise do ataque do Stuxnet (no Irã), mostrou que ele exigiu uma equipe de cinco ou dez pessoas trabalhando há pelo menos seis meses ”, disse o sr. Miller.

“ Foi extremamente bem executado, e os responsáveis teriam acessado informações privilegiadas para realizar diversos ataques em várias etapas a uma série de diferentes empresas para efetuar espionagem industrial. ”

“ Para comprometer os sistemas eletrônicos de uma aeronave, os hackers teriam que ter o mesmo nível de informações e possivelmente precisariam invadir a Boeing, a companhia aérea específica e os sistemas do aeroporto.”

“ Na verdade, um funcionário desonesto foi uma ameaça maior do que os terroristas,” disse o sr. Miller.

 

 



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