Cartel de Drogas Financiado por Bancos Planeja Derrubar Governo Mexicano no Próximo Ano

27/07/2011
Kurt Nimmo
Infowars.com
25 de julho de 2011

http://www.infowars.com/bank-financed-drug-gang-plans-to-overthrow-mexican-government-next-year/

Semana passada, Carmen Álvarez Excelsior escreveu uma reportagem para o Salem-News.com alegando que o conhecido cartel de drogas Los Zetas tentará derrubar o governo mexicano no ano que vem usando armas enviadas pelos Estados Unidos.

Excelsior disse que a violenta quadrilha usa um aeroporto em Fort Worth, Texas, para transportar as armas para o México. Rejón Aguilar , um dos sete membros orginais do Los Zetas, que foi recentemente capturado pela polícia , disse a autoridades mexicanas que a quadrilha comprou armas diretamente do governo dos EUA durante a Operação Velozes e Furiosos.

Excelsior informou que armas de categoria militar também são trazidas para o país através das fronteiras de El Paso-Ciudad Juarez e Palomas-Columbus.

“Muitas das armas foram armazenadas em locais seguros. Eu acho que os Los Zetas estão  armazenando as armas para as vindouras eleições de 2012” disse Robert Plumlee, um piloto da CIA que testemunhou perante o Congresso sobre o tráfico de drogas e armas.

Phil Jordan, ex-diretor da DEA em El Paso, confirmou a reportagem. Ele disse que os estoques de armas, incluindo mísseis antiaéreos, são transportadas pelo aeroporto de Dallas-Fort Worth. O cartel de drogas montou empresas de fachada para comprar armas diretamente através de um programa do Departamento de Estado.

Os itens contrabandeados para o país, a partir de Fort Worth, supostamente incluem granadas, lançadores de granadas, mísseis antiaéreos, coletes, rádios, aparelhos de GPS, binóculos de visão noturna e outros.

A pesquisa de armas de pequenas porte publicada pelo Instituto de Estudos Internacionais e Desenvolvimento da Suíça em 2011 relata que o México é o importador número um de diferentes tipos de lançadores de granadas. O México importou 429 unidades seguido pela Letônia com 250.

De acordo com a Patrulha de Fronteira dos EUA, o Los Zetas comprou diversas propriedades em ambos os lados da fronteira e usa os locais como paiol de armas.

O plano dos Los Zetas para derrubar o governo mexicano foi revelado em uma reportagem há duas semanas pelo El Paso Times. Jordan e um ex-piloto da CIA, Robert Plumlee, disseram ao jornal que os Los Zetas transportaram armas para áreas de fronteira em El Paso-Ciudad Juarez e Columbus-Palomas para reforçar suas tropas na luta contra cartéis rivais e possivelmente tumultuar as eleições de 2012.

Os cartéis de drogas do México são financiados em parte por banqueiros internacionais. Durante um julgamento no ano passado na corte federal dos EUA, descobriu-se que o Banco Wachovia (agora propriedade da Wells Fargo) comprou aviões que enviaram cocaína.

O banco também lavou U$ 378,4 bilhões do dinheiro das drogas.

“ O flagrante desrespeito do Wachovia por nossas leis bancárias internacionais deu ao cartéis de cocaína uma eficaz carta branca para financiar suas operações”, disse Jeffrey Sloman, o promotor federal encarregado do caso Wachovia.

 Em 2009, o diretor do grupo de monitoramento das Nações Unidas para drogas e criminalidade, Antonio Maria Costa, disse em uma entrevista divulgada pelo semanário austríaco Profil que o dinheiro ganho com o comércio ilegal de drogas foi usado para impedir que bancos afundassem durante a crise financeira global. A unidade de Costa encontrou evidências de que “ empréstimos interbancários foram financiados por dinheiro vindo do comércio de drogas e outras atividades ilegais.”

Além do contrabando de armas para o México, o governo dos EUA tem colaborado estreitamente com os cartéis de drogas por anos.

De acordo com documentos judiciais arquivados no Tribunal Distrital dos EUA, no Distrito Norte de Illinois em Chicago, o filho de um chefão do narcotráfico mexicano trabalhou para o governo dos EUA. Jesus Vicente Zambada Niebla, filho de Ismael “El Mayo” Zambada Garcia, um dos chefões do cartel de drogas Sinaloa, trabalhou como colaborador para os Estados Unidos.

Niebla está ligado ao jato Gulfstream II que caiu com quatro toneladas de cocaína a bordo em 24 de setembro de 2007. Investigadores europeus vincularam o número na cauda do avião, ​​N987SA, a operações de “rendição” anteriores da CIA. A nota fiscal de venda do jato Gulfstream, vendido semanas antes da queda do avião, registrou o nome de Greg Smith, um piloto que já tinha trabalhado para o FBI, a DEA e a CIA.


Lavagem Cerebral 101: O Que Você Precisa Saber

22/07/2011

Sexta-feira julho 8, 2011

Por Adams Barb
GCN Live.com

MK Ultra, HAARP, produtos químicos e privação sensorial – estas são algumas das técnicas de controle mental mais sofisticadas. Mas e quanto as muitas outras variações dos métodos de limitação do pensamento sendo usados ​​todos os dias pelos governos, religiões, mídia e corporações para dissuadir-nos das nossas tendências naturais? E como estes métodos diários de limitação do pensamento estão influenciando nossas escolhas políticas, especialmente com uma eleição presidencial acontecendo em 2012?

Embora não sejam tão hi-tech, existem métodos básicos de lavagem cerebral que “eles” estão usando em você agora, e esses métodos são extremamente eficazes em ignorar a parte pensante do seu cérebro causando o desligamento do seu cérebro lógico fazendo você “Obedecer”.

Líderes de seitas, políticos, sargentos e executivos de propaganda sabem como controlar seus pensamentos, ao simplesmente fazer você repetir uma frase ou slogan continuamente. Este método é conhecido como a “técnica de interrupção do pensamento”, e é exatamente o que ele faz. O presidente Obama foi eficaz na utilização desta técnica em sua campanha eleitoral com seu slogan: “Sim, nós podemos!” Será o seu slogan da campanha de 2012 “mais quatro anos, mais quatro anos?” A técnica funciona porque a parte analítica e a de tarefas repetitivas de seu cérebro são separadas. Tente completar uma tarefa complicada que exija lógica, ao mesmo tempo gritando um slogan repetidamente. “Eu não posso fazer isso, eu não posso fazer isso, eu não posso fazer isso.”

Nesta época de sobrecarga de informações, a maioria das pessoas não tem tempo de ler as notícias completas então elas apenas folheiam as manchetes e esse é um outro meio “deles” te pegarem. Isso é chamado Amnésia de Fonte e devido ao cérebro ter um armazenamento limitado, ele armazena apenas as lembranças as quais considera ser informação importante ao invés de armazenar quando e onde você aprendeu essa informação.

Como exemplo, digamos que algumas fontes noticiosas informem que o Político Adams é um estrangeiro, e em seguida é lido nas manchetes “Novas Questões Levantadas no Congresso Acerca do Político Adams Ser um Estrangeiro” ou “O Político Adams é um Estrangeiro?” Na verdade não importa que as manchetes estejam fazendo uma pergunta porque a semente foi plantada e sua mente armazena isso como se o Político Adams fosse um estrangeiro. O uso de qualificadores (um ponto de interrogação ou atribuição a uma fonte específica) é um modo conhecido de enganar a mente para armazenar a informação e esquecer o qualificador. Mesmo que publicassem manchetes informando serem falsos boatos, a sua mente ainda armazenaria o fato como se o Político Adams fosse um estrangeiro.

Controlar o que você assiste e lê também é muito eficaz. Este método é usado até mesmo na Internet através do uso de filtros personalizados, que controlam os títulos que são exibidos baseado em suas escolhas anteriores. A idéia é isolar você de pontos de vista opostos e mantê-lo “alinhado” com a maneira “deles” de pensar. E funciona porque o cérebro oferece uma solucão rápida ao ler, ouvir, ou ver qualquer coisa que concorda com nosso ponto de vista. Curiosamente, nossos cérebros também estão conectados para oferecer essa mesma resposta ao descartar qualquer coisa que não concorde com nosso ponto de vista, não importa quão bem fundamentada. Em outras palavras, somos premiados ​​por estar com a mente fechada.

Note como esse método funciona na arena política, onde cada lado repudia o outro e grupos de fiscalização atacam-se aparecendo com destaque na mídia. Dividimos-nos de bom grado.

Outro método que “eles” usam é fazer uma idéia parecer ridícula, já que a maioria das pessoas não vai se preocupar em pesquisar para descobrir se a idéia é ou não ridícula. Afinal, nós não queremos ser classificados como ridículos se acreditarmos em algo que é ridículo, certo? Por exemplo, muitas pessoas têm medo de serem tachadas de loucas se acreditam que existem alienígenas porque a sociedade foi condicionada (lavagem cerebral) a acreditar que somente malucos acreditam na ridícula idéia que existem alienígenas. O cérebro pode entrar em curto-circuito com vergonha e deboche, e usar o escárnio é uma forma antiga de manter as pessoas na linha, que remonta há milhares de anos, quando a posição social era um meio de sobrevivência.

Mas de todos os métodos, não há nenhum mais sinistro do que o ” Nós contra Eles.” É como “eles” trabalham os extremos do pensamento. “Eles” levam você a acreditar que não há nada no meio e você deve escolher rapidamente entre estar “com eles” ou “contra eles.” Esse método funciona porque ele invoca o mecanismo “lutar ou fugir”, que sempre ativa um curtos-circuito no pensamento crítico . “Eles” invocam o seu cérebro primitivo através do medo, onde está tudo certo ou tudo errado.

Isso é “nós” contra o mundo, pequenas cidades contra metrópoles, republicanos contra democratas, conservadores contra liberais, sempre retratando um lado como o dos mais fracos de espírito e a escolha menos desejável. Queremos pertencer e sentir amor e apego com aqueles que parecem e agem como “nós”, criando ódio por aqueles que são diferentes de “nós”, os todo-poderosos. É Desta forma que acontece a desumanização e como o racismo e o genocídio ocorrem. “Eles” descobriram isso e podem usar esse método para arremessar você em qualquer loucura que “eles” escolham- e isso, meus compatriotas americanos, é o objetivo final deles. 

Barb Adams is the talk radio host of Amerika Now, which airs on GCN every Saturday night from 9:00 p.m. – 1:00 a.m. CST. Or listen On Demand anytime. Join her every week for a dose of reality, solutions, some great tunes, and the search for truth.



Quatro Décadas de Tirania da Guerra às Drogas Pode Terminar com o Novo Esforço de Ron Paul para Legalizar a Maconha

04/07/2011

Quinta, 23 de Junho de 2011
Por Mike Adams, o Guardião da Saúde
Editor do NaturalNews.com (Veja todos os artigos…)

Quatro décadas da chamada “ Guerra às Drogas ” levou-nos somente ao sofrimento de milhões de inocentes, a aglomeração de cidadãos pacíficos em nossas prisões, o completo desperdício de bilhões de dólares no cumprimento da lei e do sistema de (in)justiça, e ao enriquecimento das gangues de traficantes foras-da-lei que prosperam com a violência. A proibição da maconha nos Estados Unidos tem sido uma desastrosa política pública e uma insana política de saúde. Ela rotulou viciados bioquímicos de “ criminosos ” e os atirou em prisões para serem tratados como cães.

A Guerra às Drogas, impedindo o fornecimento de drogas nas ruas, só tem feito as quadrilhas de traficantes mais prósperas, elevando o preço das drogas que continuam facilmente acessíveis. E recentememente a ATF admitiu que efetivamente colocou dezenas de milhares de armas diretamente nas mãos de quadrillhas de traficantes de drogas mexicanos, originando a mesma violência entre as quadrilhas que a agência afirma estar impedindo (http://www.reuters.com/article/ 2011 …).

O governo dos EUA, ao que parece, está contribuindo para a violência na guerra às drogas!

Ron Paul e Barney Frank unem forças para acabar com a loucura

Em um esforço para acabar com a insanidade, o dep. Ron Paul juntou forças com o dep. Barney Frank para apresentar uma lei legalizando a maconha na América. O presidente Obama, você pode lembrar, prometeu aos eleitores durante a campanha que também iria fazer isso, mas ele parece estar muito ocupado bombardeando a Líbia e usando a Constituição dos EUA como tapete para preocupar-se em cumprir qualquer compromisso real.(Gitmo³ ainda está aberta para negócios também, caso você não tenha reparado …)

É claro, a Guerra às Drogas é uma ferramenta muito eficaz de tirania para ser usada contra o povo americano. Ela autoriza a DEA e ao governo federal realizarem buscas surpresa em qualquer casa ou empresa por qualquer motivo (mesmo sem um mandado), mantém a infinita e econômica mão-de-obra humana da indústria prisional transbordando e permite as grandes indústrias de medicamentos um monopólio sobre todas aquelas drogas recreativas que hoje são vendidos como farmacêuticas.

O “ speed ”, por exemplo, é agora vendido como um tratamento de TDAH¹ em crianças. A Big Pharma² está igualmente indo atrás das substâncias químicas no THC da maconha e espera vendê-las como remédios prescritos. Ao manter a Guerra às Drogas em vigor, a Big Pharma tem assegurado um monopólio que até mesmo os barões das drogas não foram capazes de realizar.

Uma questão que atravessa as fronteiras políticas

Uma coisa que é especialmente interessante sobre a chamada Guerra às Drogas é a forma como ambas as pessoas mais informadas da esquerda e da direita agora veem tudo como uma fraude total. Talvez por isso o dep. Ron Paul (republicano) e o dep. Barney Frank (democrata) sejam os perfeitos promotores deste projeto de lei. Cada um tem suas posições demarcadas em extremidades opostas do espectro político para alguns assuntos, contudo ambos concordam que é hora de acabar com as políticas fracassadas da era Nixon que só trouxeram sofrimento e injustiça para esta nação.

O fim da fracassada Guerra às Drogas não é uma idéia conservadora nem uma idéia liberal; é um princípio de liberdade cujo tempo chegou à América.

Ao observarmos a Guerra às Drogas, a lotação das prisões, a economia informal da em torno da droga e todas as outras conseqüências involuntárias da proibição da maconha, devemos colocar a questão: A sociedade foi beneficiada de alguma maneira por criminalizar os usuários de maconha? Como pegar um viciado e jogá-lo atrás das grades vai resolver alguma coisa?

A proibição da maconha nada acrescenta para a sociedade

Para começar, ela interrompe as contribuições de um cidadão pagador de impostos. Atualmente A maioria dos usuários de maconha tem empregos e pagam tributos. Eles são cidadãos funcionais – advogados, contadores, músicos, administradores e muito mais. Ao jogá-los na prisão, você está destruindo sua própria capacidade de participar da economia, enquanto, de fato, gera uma nova despesa sobrecarregando o resto da sociedade.

Em segundo lugar, do ponto de vista moral, os usuários de maconha precisam de apoio médico, e não de indiciamento penal. Se alguém sofre de um vício em qualquer substância, como é que jogá-los na prisão e os cercar com outros viciados e criminosos durões servirá a qualquer objetivo positivo? Hoje, as prisões dos EUA efetivamente funcionam mais como campos de treinamento do crime onde as pessoas resultam em criminosos até mais violentos do que quando entraram. Então o sistema de justiça acaba realmente capturando pessoas que são relativamente pacíficas, cidadãos pagadores de impostos e então os transforma em criminosos durões que são finalmente soltos nas ruas.

Que insanidade é essa?

Não faria mais sentido permitir-lhes continuar trabalhando na sociedade, porém ajudá-los com seu vício em drogas através de uma perspectiva de saúde / médica ? Viciados precisam de apoio, não de encarceramento. E hoje o sistema de justiça não faz absolutamente nada para reabilitar prisioneiros. Ele apenas os transforma em criminosos muito piores.

E finalmente, do ponto de vista econômico somente, algum estado americano, de fato, pode se dar ao luxo de continuar prendendo pessoas por crimes não violentos sem vítimas? Quem é prejudicado por um cara na rua acendendo um baseado? Ninguém. Não há vítimas. Não há qualquer crime, além do crime fictício fabricado pelo Estado para encarcerar as pessoas.

Um crime “ real ” é um crime que tem uma vítima: um estupro, um roubo, um assalto ou um assassinato. Esses crimes merecem a devida importância do sistema de justiça, e as pessoas que cometem tais crimes são precisamente o tipo de pessoas que a sociedade pode, com razão, colocar atrás das grades. Mas levar algumas gramas de maconha no seu bolso – ou até mesmo acender um cigarro – não prejudica nenhuma pessoa ou propriedade. Nem viola qualquer princípio moral ou ético. É, em todos os sentidos, uma atitude que de forma abusiva e injustificada é criminalizada por meio de ficções legais construídas pelo estado.

A solução para a proibição da maconha está finalmente nas mãos

É hora de acabar com as ficções legais e acabar com a Guerra às Drogas na América. A solução é:

# 1) LEGALIZAR a maconha em todo o país.

# 2) REGULAMENTAR a maconha e permitir sua venda por revendedores autorizados.

# 3) TAXAR a venda de maconha e usar a verba arrecadada para financiar programas de apoio a dependência para a pequena porcentagem de usuários que ficarem viciados.

Os resultados dessas ações serão:

# 1) UM COLAPSO das quadrilhas de traficantes. Se subitamente a maconha for legalizada, quem se preocuparia em comprar de um vendedor na rua?

# 2) UM COLAPSO dos lucros da droga. Se for legalizada, o preço despencará. Subitamente, não haverá mais lucro em traficar a droga também, assim as quadrilhas irão imediatamente à falência.

# 3) UM GRANDE AUMENTO nas receitas dos estados através da arrecadação de impostos sobre a venda legal de maconha.

# 4) UMA REDUÇÃO dos jovens experimentando a droga. Que adolescente quer experimentar algo que é legalizado? Legalizar a erva vai tirar a “ graça ” para muitos jovens. Não é mais “ sinistro ”. É até chato. E faz você tossir.

# 5) UMA ECONOMIA de bilhões de dólares do dinheiro que os estados gastam para prender, processar e encarcerar as pessoas por posse de maconha. Esse dinheiro poderia ser usado para construir escolas, estradas, programas de capacitação ao trabalho e muito mais. E os juízes não tem coisas melhores a fazer do que punir os usuários de maconha?

# 6) UM FIM à superlotação das prisões. Fim das condenações para aqueles presos apenas por porte de maconha. Libertem-nos e acabem com a superlotação das prisões. Deixem as prisões para os criminosos reais, como assassinos, molestadores de crianças e banqueiros de Wall Street.

# 7) Uma sociedade MAIS LIVRE e justa, que respeita a dignidade humana. Se você trata viciados como criminosos, você tira sua dignidade e a sociedade inteira sofre o prejuízo. Ao reconhecer a humanidade por trás do vício, nós podemos restaurar a dignidade humana em todo processo de como lidamos com viciados em drogas na sociedade de hoje.

Item de ação: Ligue para o seu congressista para apoiar este projeto de lei!

Eis o que você pode fazer agora para ajudar no apoio a este projeto de lei: Ligue para o seu congressista em Washington DC e fale que você quer apoiar o projeto de lei para acabar com a proibição federal da maconha.

O número central é 202-224-3121.

Se você mora nos EUA ou é um cidadão americano, ligue para este número agora, peça para falar com seu parlamentar, e manifeste verbalmente seu apoio ao projeto de lei para legalizar a maconha em toda a América.

É hora de acabar com a fracassada Guerra às Drogas, terminar com as inúteis prisões de milhões de pessoas inocentes, e pôr fim à tirania do DEA e outras agências federais que desperdiçam bilhões de dólares todos os anos perseguindo e atacando pessoas que apenas querem fumar uma erva .

A propósito: eu não fumo erva, mas como uma pessoa que acredita nos princípios de independência e liberdade, apoio plenamente o direito de outros fumarem maconha se assim optarem. Do mesmo modo, eu não bebo álcool, mas eu apoio o direito de outros beberem álcool caso decidam. Como nação, nós tentamos proibir o álcool e foi um desastre. Agora vivemos a era da proibição da maconha, e é um desastroso fracasso também. Não é hora de crescermos como nação e permitir que as pessoas assumam a responsabilidade por suas próprias ações, desde que não prejudiquem ninguém mais neste processo?

Fume o quanto quiser gente! Eu vou tomar uma super-vitamina ao invés de fumar.

Fontes para a história incluem:
http://ca.news.yahoo.com/lawmakers- …

¹ Trantorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade

² As grandes indústrias farmacêuticas

³ Prisão de Guantánamo