Cidade Mexicana Forma Grupos de Defesa Armados para Combater Traficantes de Drogas

20/01/2013

NTD Televison

http://www.youtube.com/watch?v=AaAYsSfnzFQ&lc=tXO-__1WeELf4ylmwvIYLEHZDbOYXk3ZcA2VNuZ0QS0

Moradores da cidade de Ayutla no sul do México, se armaram e instalaram postos de controle, numa tentativa desesperada de impedir que traficantes de drogas operem na área.

Dezenas de homens armados e mascarados estão parando e procurando por armas e drogas dentro de veículos.

Um membro do grupo de autodefesa afirma que os cidadãos não vão mais permitir que sua cidade seja aterrorizada, e não irão depor as armas até que a paz seja restaurada.

[Membro anônimo do grupo de autodefesa]:
Eles matam, desmembram, estupram e extorquem. Nós não sabemos mais se eles são assassinos, ladrões ou traficantes de drogas. Eles querem levar tudo.

Estamos apenas fazendo justiça. Queremos trazer paz e tranquilidade para toda população. Somente o povo pode reestabelecer a ordem de forma organizada.

O número de pessoas no grupo de autodefesa varia a cada dia, já que muitos membros também trabalham em fazendas de gado e mercados locais.

Grupos semelhantes foram organizados em cidades próximas.

Um especialista em segurança da Universidade Nacional Independente do México afirma que o governo tem pouca presença nas áreas onde os grupos de autodefesa operam.

[Dr. Pedro Isnardo de la Cruz, Universidade Nacional Independente do México]:
“Estes são os pilares de defesa da sociedade. Eles estão geograficamente concentrados, inflamados pela pobreza, miséria e desemprego, com pouquíssima instrução. Mas são pessoas que sabem como se organizar, que sabem como se mobilizar, que sabem como proteger suas casas, suas vidas, seus interesses. Eles estão procurando opções dignas e denunciando como o Estado, de uma maneira ou outra, deixou um vácuo de autoridade, ordem e controle. Eles deixaram um verdadeiro vazio nessas comunidades.

Desde que o grupo de autodefesa começou a operar em Ayutla, pelo menos 17 pessoas foram detidas e um suposto integrante de quadrilhas ser baleado e morto depois de supostamente abrir fogo em um posto de controle.

Autoridades de segurança do Estado tem aplaudido os esforços dos grupos de autodefesa e dizem que seu trabalho deveria ser complementado por policiais e militares.

Mas a maioria dos moradores de Ayutla acha que a interferência das forças de segurança do governo tornaria menor o êxito de suas operações.

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Mais Pessoas Mortas por Martelos e Porretes do que Rifles

06/01/2013

http://www.prisonplanet.com/more-people-killed-with-hammers-and-clubs-than-rifles.html

Kurt Nimmo
Infowars.com
4 de Janeiro de 2013

Se seguirmos a lógica do Congresso e usarmos as estatísticas do FBI, o governo deveria proibir martelos e porretes.martelos

Segundo as estatísticas criminais anuais do FBI, o número de assassinatos cometidos por ano com martelos e porretes supera de longe o número de assassinatos cometidos com um rifle.

Awr Hawkins , escrevendo para o Breitbart, cita os números do governo: Em 2005 , o número de assassinatos cometidos com um rifle foi de 445, enquanto o número de assassinatos cometidos com martelos e porretes foi de 605. Em 2006, o número de assassinatos cometidos com um rifle foi de 438, enquanto o número de assassinatos cometidos com martelos e porretes foi de 618, escreve Hawkins.

Além disso, quase o dobro de pessoas são mortas por mãos e punhos a cada ano do que mortas por rifles.

Mas você não vai ouvir Obama, Dianne Feinstein, Chuck Schumer e os confiscadores de armas do Congresso pedindo a proibição dos “direitos de aquisição ” de mãos.

As estatísticas do FBI ressaltam o fato de que para Feinstein e sua equipe, o primeiro trabalho é proibir a posse de armas de fogo modernas. Impedir o assassinato de crianças vem em um distante segundo lugar.

Um governo que mata milhares de inocentes no Paquistão e no Iêmen e tem massacrado milhões desde a Guerra do Vietnã – incluindo mais de 500 mil crianças por fome, doenças e desnutrição no Iraque – não dá a mínima para o assassinato das crianças na escola em Connecticut.

A guerra santa de Feinstein contra a Segunda Emenda objetiva desarmar o povo americano. Trata-se de garantir que o governo mantenha o monopólio do poder.